Show do Ed!

Oi, gente! Tudo bem com vocês? Espero que tudo esteja mara onde quer que vocês estiverem. Então, vocês lembram que em maio eu tava viajando? E que a razão pra isso era um show que eu vinha esperando já tinha um tempão? Bom, hoje eu conto um pouquinho desse momento pra vocês.

Era dia 22 de maio. 6 da tarde. Eu tava lá no flat quando: Ed Sheeran tá bem aqui na mesma cidade que eu to. Eu não acredito. Eu estava lá em Curitiba enquanto o Ed Sheeran também estava. O cantorzão da porra que eu amo desde sempre e sei todas as letras de todas as musicas. Eu tava lá, contando as horas pro show quando do nada decidi ir pro hotel que as pessoas achavam que ele estava hospedado. E assim minha saga de fã começou.

Eu pedi um Uber e fui. 6 da tarde “o transito deve ta horrível!”, “que diaxo que eu tô pensando? Tá fazendo muito frio aqui”, “eu devia ter ficado no hotel”, era tudo que eu pensava. Mas em 15 minutos lá estava eu, na frente do hotel com um monte de fã e antes mesmo de perceber, eu já tinha feito amigos, encontrado um amigo antigo (muito querido) – pra quem pensava que ia passar a noite sozinha, até que não foi nada mal. A gente ficou lá cantando e se divertindo tanto que o frio já nem era tanto problema assim. Ficamos lá a noite inteira, eu fui chegar em casa lá pras 5 da manhã.

No outro dia, o grande dia, o dia-23-de-maio-dos-show- tinha chegado! Eu tinha que acordar as 7h porque meus amigos planejaram de ver alguns pontos turísticos antes do show. Por sorte, um desses era bem do lado do lugar e então a gente pensou em ver como estava a fila e ainda bem, porque quando eu tava voltando uma amiga que eu tinha feito na noite anterior me chamou pra ficar com ela na fila. E assim fizemos.

Nós passamos horas conversando, esperando enquanto os portões abriam. E quando eles abriram, AH GENTE! Quando eles abriram foi uma misturada de sentimentos tão louca que eu nunca tinha sentido antes: alegria, medo, orgulho, prazer. “Eu tenho que correr pra pegar um lugar na primeira fila”, “ai gente, eu não sei correr, vou cair”, “e se eles pensarem que meu ingresso é falso?”, “meu Deus, cadê minha identidade?” “Ai MEU DEUS, entrei! Eu consegui. Tá acontecendo! Ahh! Agora eu só tenho que esperar mais 4 horas” e parecia uma eternidade.

Mas quando as luzes e apagaram e ele pisou no palco, toda a dor nos meus pés, toda minha fome, tudo desapareceu. Era eu, a multidão e Castle on the hill. Era só eu e o Ed pelas próximas 1h e 40 minutos (mais ou menos). Eu, de alguma forma, consegui ficar super perto do palco (e não caí enquanto corria pra isso acontecer). A set list tava perfeita (apesar de que eu acrescentaria I’m a Mess e I see fire e ele podia passar a vida toda cantando pra mim que não ia ter problema), eu tava muito animada, choveu numa música triste (quem não gosta de um clichê?), a música que eu mais estava esperando era Dive e ele tocou perfeitamente. Eu tive a experiência que tava procurando: o sentimento de que cada sacrifício que eu fiz valeu a pena que eu faria tudo de novo como da primeira vez foi mais que suficiente.

Então, isso é tudo por enquanto, gente. Espero que vocês tenham sentido um pouco da minha experiência no meu primeiro show internacional (em terras brasilis, pelo menos hahah). Espero ver todos vocês próxima semana!

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